Sim, é verdade. Adoro o programa do Dr.Oz. Já não me bastava devorar tudo quanto dá na SIC Mulher (Oprah, America's Next Top Model, Querido Mudei a Casa, tudo), agora ainda me calhou este. Ouço-o com um fervor quase religioso, faço grande parte do que ele diz e até já dei por mim a contar calorias - ou a esmiuçar a informação nutricional dos alimentos.
É como se tivesse um pequeno grilo falante de bata cirúrgica agrafado ao ombro (tipo papagaio do pirata), a buzinar-me que tenho de adoptar um estilo de vida saudável. Não se calou nem um minuto ainda há pouco, enquanto devorava um Big Mac. E não me deixou comer sobremesa nem nada.
Acho bom que a silly season das séries acabe depressa para eu voltar o normal. Se não, o que será da indústria dos chocolates? A Suíça e a Bélgica ainda vão à falência. Não quero nem pensar.
Têm mesmo a certeza que isto era a FINAL do Projecto Moda? Revejam mas é a grelha de programação, vão ver que passaram os cromos dos castings em vez do último episódio.
Ontem vi o primeiro episódio de The Event, a mais recente série de conspiração da NBC, e fiquei fã. É assim uma espécie de Lost cruzado com Flashforward (embora não tenha nada a ver) e conta a história de Sean Walker, um homem normal que investiga o misterioso desaparecimento da namorada e acaba por descobrir uma enorme conspiração, capaz de mudar o destino da Humanidade.
The Event foi criada por Nick Wauter, um dos argumentistas da série de sci-fiThe 4400, e Evan Katz (24). Estreia dia 6 de Outubro (Quarta-Feira) no Meo, às 22h30.
Já aqui o disse e volto a dizê-lo: sou completamente fã do Ídolos, é um programa que, como dizê-lo...? É isso, dispõe bem. E foi com muita alegria que a Vespinha e eu lhe demos as boas vindas aos nossos serões de Domingo à noite. E porque diz que uma imagem vale mais que mil palavras, aqui ficam alguns dos nossos cromos preferidos do programa de ontem:
E o Projecto Moda, quem viu? Eu cá não achei mau de todo. Muito (mal) se tem falado na internet, mas até acho que o programa foi bonzinho (também, não há muito que errar, é só adaptar o modelo internacional e cá vai disto, pouco mais há para fazer). O problema foi a Nayma... coitadinha, até dá pena de tão má apresentadora que é. Mal por mal, mais valia terem ido buscar a Sofia Aparício, que assim como assim já apresentou o 86-60-86. Ou outra que tal. Mas enfim, pelo menos enquanto estiver lá a Rosina, vestida à Fátima Lopes e a falar axim, eu vejo!
Acreditem ou não, existe um programa no canal Discovery Travel and Living sobre mulheres que não sabiam que estavam à espera de bebé - não até às respectivas barrigas começarem a crescer, mas sim até às crianças propriamente ditas sairem cá para fora. Juro.
O programa chama-se I Didn't Know I Was Pregnant e conta como estas mulheres passaram, de alguma forma (talvez com a ajuda de drogas pesadas, quem sabe...!), os nove meses da gravidez sem darem de todo pela coisa. Até que um belo dia vão à casa de banho e... surpresa! São brindadas com um bebé do mais composto que há.
Que algumas ainda confundam determinados sintomas da gravidez com cansaço, stresse ou certas doenças mais ou menos vulgares, ainda vá que não vá. Mas como é que elas podem, a partir de uma certa altura, ignorar a presença de uma criança dentro delas, a ocupar cada milímetro de espaço, a fazer pressão sobre cada orgão interno e a dar pontapés ao melhor estilo CR7? Desculpem lá, mas não acredito mesmo.
Se também não acreditam, vejam o programa: vale a pena, quanto mais não seja como experiência sociol(psico)ógica. Pela minha parte, como estou com uma ligeira moínha, vou só verificar se não tenho um matulão de 4 kg prestes a chamar-me Mãe.
E já que estamos(ou) numa de confissões televisivas, aqui fica a minha última obsessão neste âmbito: chama-se America's Next Top Model, dá todas as noites na SIC Mulher e consite, in a nutshell, numa espécie de reality show apresentado por Tyra Banks e no qual que se procura encontrar, entre uma série de candidatas com umas pernas do meu tamanho, um palminho de cara e uma mão cheia de imaturidade, a melhor candidata a top model.
Já vai na 12ª temporada (I'm a late bloomer, I know) e se quiserem saber mais liguem a televisão, que está a começar mais um episódio e o último a chegar é uma batata podre.
Eu, pecadora, me confesso: sou fã do Ídolos. Fã à séria, daquelas que não perdem um episódio e que esperam a semana toda por mais um programa. É uma vergonha, eu sei, mas é a mais pura das verdades e contra isso batatas.
No início achava que só ia gostar dos cromos e que, quando a coisa ficasse séria, me iria fartar. Mas sabem que mais? Não me fartei. Muito pelo contrário. Deliro com todos os concorrentes e sofro horrores com cada saída. Da do Salvador, então, ainda não recuperei: não era o melhor, nem nada que se pareça, mas era um querido, tinha boa onda e não merecia sair logo no dia em que cantou melhor.
Depois, adoro ouvir o Filipe, que às vezes é tão bom que até chateia, mas que não deixa de ter nascido para aquilo; gosto da Carolina, que é linda de morrer, canta estupidamente bem e tem um sentido de humor cáustico; também aprendi a gostar da Diana, que é talvez a melhor de todos os concorrentes, a par do Filipe; comovo-me com a Solange, irrito-me com a Inês, que já cansa com o seu inevitável estilo Betty Boop, fico pasmada com a presença em palco do Carlos (pena que seja um bimbo)... enfim, é das poucas coisas que me faz ver televisão em directo. E acreditem que é preciso muito para que isso aconteça.
E pronto, agora que já expiei os meus pecados, estão à vontade para dizer que a bimba sou eu. Sabem porquê? Porque é para o lado que eu durmo melhor. Vou continuar a ver o programa na mesma, de preferência na companhia da Vespinha, que está tão contaminada pelo vírus como eu. E ainda estavamos nós preocupados com a Gripe A.
(para mais tarde - eu - recordar, aqui fica a última actuação do Salvador, a cantar o "Jura")