Adorei. O argumento, a realização, a banda sonora, a fotografia, as interpretações em geral, o Geoffrey Rush em particular e o Colin Firth acima de tudo e todos. Um filme a não perder e que merece todos os prémios e mais alguns.
À primeira vista parece uma comédia romântica, mas cedo percebemos que não é bem disso que se trata. Porque mistura uma vertente de documentário, quase denúncia, relativamente à indústria farmacêutica e respectiva relação - bastante duvidosa, como é do conhecimento geral - com a comunidade médica (Jake Gyllenhall interpreta um delegado de informação médica da Pfizer) e ainda o factor drama decorrente da doença da personagem interpretada por Anne Hathaway. Resumindo, acaba por ser um pouco de tudo e nada em especial. Ou seja, vê-se bem, mas está longe de ficar na memória.



























Em poucas palavras, é um filme que se vê bem. Ponto. Porque lhe falta Wody Allen. A sua presença, a sua voz (não custava nada ter abraçado o papel de narrador), a sua cidade fétiche (Nova Iorque), o seu humor mais característico, a música que sempre marcou os seus filmes...


Quando completou 40 anos, Harvey Milk fez um balanço da sua vida e percebeu que não tinha feito nada de que se orgulhasse. Foi então que decidiu mudar de vida e partir para São Francisco com o seu amante, Scott, para rapidamente descobrir (e sentir) a discriminação e a perseguição de que a comunidade homossexual local era alvo.
The Duchess conta a história (real) da Duquesa de Devonshire, Georgiana Cavendish (interpretada por Keira Knightley), que viveu entre 1757 e 1806. Dona de uma beleza invejada por toda a sociedade inglesa, Georgiana tirou partido desse facto, assim como da sua inteligência, para influenciar o cenário político da época.

